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sábado, 8 de agosto de 2026

QUAL A ALTURA IDEAL DAS CORDAS DA GUITARRA?

Uma das coisas que mais fazem diferença na tocabilidade de uma guitarra — e que eu durante muito tempo simplesmente não levava tão a sério — é a altura das cordas, ou action.

Em resumo, é a distância entre as cordas e os trastes.

Parece um detalhe pequeno, mas não é. Uma guitarra com as cordas muito altas pode ficar extremamente desconfortável para tocar, principalmente em bends, solos e acordes que exigem mais força. Se baixar demais, por outro lado, começam a aparecer os famosos trastejamentos, notas que morrem e outros problemas.

Então surge a pergunta: qual é a altura ideal das cordas de uma guitarra?

A resposta mais correta é: depende.

COMO SE MEDE A ALTURA DAS CORDAS?

Normalmente a altura é medida entre o topo do traste e a parte de baixo da corda, geralmente na região do 12º traste, e não é a distância até a madeira da escala. Essa diferença é importante.

O ideal é usar uma régua própria para regulagem de guitarra, daquelas marcadas em milímetros, ou algum medidor de ação das cordas.

Como referência, algo em torno de:

  • 1,5 mm na primeira corda (mizinha)
  • 2,0 mm na sexta corda (mizão)

medidos no 12º traste, é um ponto de partida bastante razoável para muitas guitarras elétricas.

Mas não existe uma medida mágica.

A Fender, por exemplo, usa medidas de fábrica diferentes conforme o raio da escala e mede seus instrumentos em outro ponto do braço; em modelos com raio entre 9,5" e 12", a referência de fábrica é de aproximadamente 4/64" — cerca de 1,6 mm — no 17º traste.

Ou seja, esses números servem como referência, e não como uma lei.

QUANTO MAIS BAIXA, MELHOR?

Não necessariamente. Eu mesmo sempre gostei da sensação de uma guitarra com cordas baixas. Fica mais fácil tocar rápido, fazer ligados, bends etc. Só que existe um limite.

Quando as cordas ficam muito próximas dos trastes, elas podem encostar neles durante a vibração. É daí que vem boa parte do chamado fret buzz, ou trastejamento. A própria Fender chama atenção para essa relação: ação excessivamente baixa aumenta a possibilidade de a corda vibrar contra os trastes.

Tenho uma outra guitarra, uma Jackson Dinky Japonesa, que está com um encordamento muito baixo, e está horrível de tocar, inclusive preciso levar num luthier em breve para corrigir.

Além disso, cada guitarrista toca de uma maneira. Quem toca muito leve talvez consiga usar uma ação extremamente baixa sem problema. Quem toca com mais força pode precisar deixar as cordas um pouco mais altas. Por isso acho meio perigoso simplesmente copiar a regulagem de outra guitarra.

E COMO SE MUDA A ALTURA DAS CORDAS?

Aqui depende bastante do tipo de ponte. Na minha Epiphone Les Paul, por exemplo, temos uma ponte do tipo Tune-o-Matic. 

Nesse sistema, a altura geral das cordas é alterada basicamente subindo ou descendo a ponte por meio dos dois ajustes laterais.

Regulagem da altura das cordas em ponte Tune-o-Matic de Epiphone Les Paul
A ponte Tune-o-Matic de uma Epiphone Les Paul.

Ao baixar a ponte, aproximamos as cordas dos trastes. Ao levantar a ponte, afastamos as cordas.

Parece simples — e em princípio é —, mas uma coisa precisa ficar bem clara: regular a altura das cordas não é simplesmente girar a ponte até ficar confortável. A altura está relacionada a várias outras coisas na guitarra.

ALTURA DAS CORDAS X TENSOR DO BRAÇO

Essa é provavelmente uma das maiores confusões. O tensor — o famoso truss rod — não existe propriamente para regular a altura das cordas. Ele serve para controlar a curvatura do braço, o chamado neck relief.

E a curvatura do braço, obviamente, influencia a altura e a forma como as cordas passam sobre os trastes.

Inclusive já escrevi há muitos anos aqui no blog sobre uma experiência mexendo justamente no tensor desta minha Les Paul: TRUSS ROD ADJUSTMENT

Então, antes de começar a baixar desesperadamente a ponte porque as cordas estão altas, é preciso saber se o braço está corretamente regulado.

O processo correto de regulagem normalmente envolve analisar primeiro o braço e seu relief, depois a altura das cordas e, por fim, conferir outras coisas como oitavas e entonação. A Fender também trata o neck relief como uma medida própria da regulagem do instrumento.

A PESTANA TAMBÉM FAZ DIFERENÇA

Outro ponto importante é a pestana. Se os sulcos da pestana estiverem altos demais, a guitarra pode ficar desconfortável principalmente nas primeiras casas. Nesse caso você pode baixar a ponte o quanto quiser e ainda ter uma sensação ruim perto do começo do braço.

E mexer na pestana já é uma daquelas coisas que, particularmente, eu prefiro deixar para quem sabe o que está fazendo. Porque tirar material é fácil, mas colocar de volta não é. :)

O CALIBRE DAS CORDAS TAMBÉM MUDA A REGULAGEM

Outro detalhe que aprendi com o tempo é que trocar o calibre do encordoamento pode mudar a sensação e até exigir uma nova regulagem. Durante praticamente a vida inteira usei cordas 0.09. Agora, depois de "velho", passei para 0.10 — e, para minha surpresa, estou muito bem com elas.

Na minha Epiphone Les Paul estou usando atualmente o jogo D'Addario XL Nickel EXL110BT, calibre 0.10–0.46, que comprei no mercado livre, neste link.

Encordoamento D'Addario EXL110BT 0.10–0.46 usado na Epiphone Les Paul
Encordoamento que estou usando atualmente na minha Epiphone Les Paul.

Esse jogo é da linha Balanced Tension da D'Addario. A ideia é justamente deixar a tensão percebida mais uniforme entre as seis cordas. A própria D'Addario descreve o EXL110BT como um conjunto 10–46 Regular Light Balanced Tension.

Eu achava que sair de 0.09 para 0.10 tornaria a guitarra muito mais pesada de tocar, mas não aconteceu. É um pouco diferente, obviamente, mas me adaptei muito rápido e hoje estou gostando bastante. Depois vou fazer um post especificamente sobre 0.09 x 0.10 x 0.11, porque esse assunto merece ser tratado separado.

O QUE EU CONSIDERARIA UMA BOA ALTURA?

Hoje eu penso assim: a altura ideal é a menor altura que deixe a guitarra confortável para você sem produzir trastejamento indesejado, notas morrendo ou problemas nos bends. Se conseguir isso com 1,2 mm, ótimo. Se sua guitarra fica melhor com 1,8 ou 2 mm, ótimo também.

O importante é não transformar a medida em uma competição para ver quem consegue deixar as cordas mais coladas na escala. Uma guitarra bem regulada é aquela que funciona bem para quem toca nela.

E depois da regulagem recente que fiz na minha Epiphone, fiquei ainda mais convencido disso.

Às vezes a gente passa anos mexendo em pedal, amplificador, captador, corda e equalização e esquece que uma boa regulagem do próprio instrumento pode fazer uma diferença enorme.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

RÉPLICAS CHINESAS SÃO CONTRABANDO

Teve uma vez que escrevi aqui um post sobre aquelas réplicas chinesas de Gibsons Les Paul, se valeria a pena comprar ou não. Pois é, parece que a Receita Federal está apertando o cerco contra esse tipo de produto, afinal, é uma falsificação né? Duvido que a Gibson autorize a fabricação de uma réplica de sua guitarra por 1/5 do preço... Fica a dica aí, cuidado pra quem for importar este tipo de produto. Eu não sabia, mas parece que NÃO PODE! 

Fonte: http://www.guitarload.com.br/noticia/receita-apreende-guitarras-falsificadas.html

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Cortador de Palheta (Pick Punch)

Ganhei de presente um cortador de palheta (Pick Punch), que era um souvenir que eu estava querendo há um bom tempo. Obviamente que o preço do produto (U$ 25 nos EUA) não compensa financeiramente, mas é um brinquedinho curioso. :)


terça-feira, 23 de abril de 2013

VIOLÃO NOVO - TAKAMINE FOLK SÉRIE G

Comprei um violão essa semana. Já tinha uns 15 anos que eu não tinha um. Meu último foi um Giannini velho pra caceta, que era da minha mãe. Tava com saudade de ter uma viola pra poder tocar um pouquinho, nos intervalos dos estudos e trabalho, pra poder aliviar a mente. Ligar uma guitarra num amplificador dá muito trabalho. O violão está sempre ali, à mão, não há nenhum trabalho pra ligar, é só pegar e começar a tocar. Sem falar que o som dele é bem legal, muito presente, vivo. Gostei muito da compra. Foi comprado na loja Made in Brazil do Barrashopping, e é um Takamine Série G Folk.


quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

EPIPHONE LES PAUL STANDARD COM CAPTADORES DO SLASH

Tirei ontem uma foto da minha guitarrinha no stand. Olha só que coisa mais linda. :)

É uma Epiphone Les Paul Standard, cor Honeyburst, com captadores modificados (Seymour Duncan Alnico Pro II Slash Signature), que foram colocados pelo luthier Rodrigo Nahar. Fala que é uma beleza!!


segunda-feira, 26 de novembro de 2012

LOJA DE GUITARRA E VIOLÃO NO RIO DE JANEIRO


Outro dia desses estava passeando pelo BarraShopping quando vi uma loja com uns 500 violões pendurados na parede. Cheguei mais perto pra ver, e era a MADE IN BRAZIL MUSIC MEGASTORE, uma loja de SP que chegou no Rio de Janeiro há algum tempo. A loja não tem só violão, tem muita opção de guitarra e amplificador, além de outros instrumentos como bateria e teclado. Uma pena que eu estava meio atrasado pra outro compromisso, senão teria perdido umas boas horas lá, até porque eu tô precisando comprar um violão novo.

Achei maneiro que a loja tem os equipamentos mais populares/tradicionais (Fender, Gibson, etc), mas também umas paradas mais diferentes, tipo vários modelos de guitarra do Dime (ex-guitarrista do Pantera), do Van Halen (Wolfgang) e também stacks enormes de tudo quanto é marca, tipo Peavey, Marshall, etc. A loja é uma verdadeira Disneylândia da música. Nunca vi uma loja tão grande e completa no Rio de Janeiro, vale a pena uma visita.

Link: http://madeinbrazil.com.br/statictext.aspx?idstatictext=10

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

DICA PRA TROCAR CORDAS NUMA GUITARRA COM TUNE-O-MAGIC BRIDGE

Segundo a página do Facebook da Gibson Seattle:

"When changing your strings on a guitar with a tune-o-matic bridge, cut off and replace three strings at a time, rather than all six - this way, your bridge and tailpiece will never be loose, and you be less likely to inadvertently change your string height and need to readjust your action!"



segunda-feira, 8 de outubro de 2012

HUMBUCKERS: COVER x ZEBRA

Hoje levei minha Epiphone Les Paul no Luthier Rodrigo Nahar pra trocar os captadores originais pelos Seymour Duncan Alnico II Pro Slash Signature e fazer uma regulagem geral. Daqui a umas duas semanas poderei conferir o resultado. Pelo menos visualmente, já considero bem mais agressivo. Na foto abaixo dá pra comparar, apesar das duas Les Paul serem de marcas (Gibson x Epiphone) e cores diferentes.


TESTE DE GRAVAÇÃO - LINE 6 PODxt LIVE

Hoje fiz um teste de gravação usando a minha guitarra (Epiphone Les Paul) pedaleira (Line 6 PODxt Live) ligada pela USB diretamente no computador. O som ficou um pouco esquisito, diferente do som que sai do amplificador, mas mesmo assim acho que ficou bacana, apesar dos vários erros durante a execução da música. Mas, foi apenas um teste rápido, vou tentar gravar melhor numa próxima oportunidade. A música foi "Night Train" do Guns N' Roses.

sábado, 6 de outubro de 2012

LES PAUL DO APPETITE FOR DESTRUCTION VAI À SEYMOUR DUNCAN

A Les Paul original usada pelo Slash na gravação do Appetite for Destruction vai para o HQ da Seymour Duncan com o objetivo de fazer uma manutenção nos captadores, também originais. Vale a pena assistir ao vídeo pra ver os incríveis detalhes dessa legendária guitarra.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Indicação de Luthier no Rio de Janeiro – Minha Experiência e Recomendações


Outro dia estava procurando um BOM LUTHIER (no Rio de Janeiro) pra dar uma regulada geral na minha guitarra, e pedi dicas para meus amigos guitarristas. Eles me passaram alguns nomes, e eu repasso aqui, para o caso de alguém precisar.


1) Rodrigo Nahar - www.rodrigonahar.com.br - foi indicado por duas pessoas que nem se conheciam, ou seja, ele devia ser famoso! Então, acabei indo nele, pra fazer um ajuste geral na minha Epiphone Les Paul. Acho que o serviço demorou um pouco demais (umas 3 semanas), porque acho que ele tem um backlog meio grante, mas no final das contas o trabalho ficou muito bem feito. Ele parece um cara muito organizado e cuidadoso. Recomendo.

2) Marcelo Luthier Calisman - não tenho site ou telefone, mas acho que ele tem Facebook, dá uma procurada. 

3) Garcia - Pça. Tiradentes 73 - Sobreloja – Centro , Telefone: 2252-4191 / 9747-2098 - Pça Tiradentes, 73 sobrado. Foi indicado por duas pessoas, que se conhecem.

4) Rogério Lopes, Rua Conde de Bonfim, 143 sala 304,  Tijuca – RJ, Fone: 21- 2568-5834 e 9891-6556.

5) Antônio Pedro em Copacabana. Na Rua Guimarães Natal 16 apt 303 do lado do Metrô Cardeal Arcoverde. Os telefones dele são: 2541-4904 e 8854-4904. Ele que fez guitarras pro Hebert Vianna, Erasmo Carlos e outros.

6) Ricardo Terra – 2553-3737

Atualização 2026: esta postagem foi originalmente publicada em 2012. As recomendações abaixo refletem minha experiência e referências daquela época. Antes de contratar qualquer profissional, recomendo confirmar se ele continua atendendo, endereço, contatos e condições atuais.

sábado, 22 de setembro de 2012

COVER GUNS N' ROSES - DON'T DAMN ME (BY KARL GOLDEN, LION & NIKO)

Sempre gostei muito dessa música por causa dos riffs, como sempre muito fuderosos, de Mr. Slash. Achei esse vídeo cover da música, muito bem executado e gravado por uma galera do Reino Unido. O legal é que o mesmo cara toca guitarra base, guitarra solo e baixo, num esquema de edição. Ele usa duas Gibsons e uma Fender na gravação. Vale a pena ouvir.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

ARMÁRIO DESLIZANTE PARA GUARDAR GUITARRAS

Atualização — 2026: publiquei este projeto originalmente em 2012 e, curiosamente, ele continua recebendo visitas e buscas até hoje. Por isso, acrescentei abaixo algumas informações e esclarecimentos sobre o funcionamento do armário. As fotos e o projeto mostrados são os originais da época.

Como funciona o armário para guitarras

Uma amiga minha, que é guitarrista, baixista, tecladista, baterista, etc., depois de ter conflitos com a mãe por conta da bagunça que deixava todo dia no quarto, com as guitarras espalhadas pelo chão, resolveu fazer um projeto inovador pra guardá-las de forma organizada, prática, com menor exposição à poeira e sem deixá-las espalhadas pelo quarto.

A ideia que ela teve foi mandar fazer, com um engenheiro, esses “gaveteiros” deslizantes e transparentes, com suportes para guitarra, que você pode ver mais abaixo. Agora ela mantém as guitarras organizadas, bem cuidadas, tem fácil acesso a elas e elas ainda ficam “em exibição”.

O projeto utiliza módulos verticais deslizantes e transparentes. Em cada módulo, a guitarra fica acomodada na posição vertical. Quando fechado, o conjunto mantém os instrumentos organizados e ocupa pouco espaço; quando um dos módulos é puxado, a guitarra fica facilmente acessível.

Achei a ideia muito prática e original, e nunca tinha visto exatamente igual a esta. Já tinha visto, sim, uns armários embutidos de madeira, com “separadores” internos também de madeira e forrados com tapete, com portas de vidro, em que as guitarras ficavam lado a lado e também dava pra ver de fora. Mas dessa forma, deslizante, foi a primeira vez que vi. Clique nas fotos pra ampliar.

Para quem tem várias guitarras, achei particularmente interessantes quatro aspectos: organização, facilidade de acesso, menor exposição à poeira e a possibilidade de manter os instrumentos visíveis mesmo quando guardados.

Quem projetou o armário e quanto custou?

O projeto foi desenvolvido à época por um engenheiro chamado Francesco. Como esta postagem é de 2012, não sei se ele continua trabalhando com esse tipo de projeto nem se os contatos publicados originalmente continuam válidos. Também não tenho informação confiável sobre o custo atual para construir um móvel semelhante.


Armário deslizante para guardar várias guitarras

Armário deslizante para guardar várias guitarras - detalhe da guitarra guardada

quinta-feira, 31 de maio de 2012

GUSTAVO GUERRA - MELHOR GUITARRISTA BRASILEIRO?

Gustavo Guerra - já ouviu falar nesse guitarrista? Achei uns vídeos dele no Youtube, com várias dicas maneiras pra quem tá começando ou mesmo quem já tem alguma estrada. Tem lições de licks (solos de guitarra), dicas de equipamento, e um monte de vídeo onde ele aparece tocando, que me deixou impressionado. O cara sola muito! Acho que um dos melhores guitarristas do Brasil. Dá um confere.


Nesse vídeo exemplo, abaixo, ele mostra como ele usa os pedais de distorção, gate e delay, citando as marcas, modelos, a sequência ideal entre eles, e os detalhes de ajuste fino de tonalidade, ganho, volume, etc. Sugiro explorar o canal dele no Youtube e ver o que tem de bom pra você.


terça-feira, 8 de maio de 2012

TROCANDO AS CORDAS DA JACKSON

Bem, além da minha Epiphone Les Paul Standard, tenho também uma Jackson DKMG Dinky, com captadores ativos EMG. Desde que eu comprei essa última, em 2008, nunca tinha trocado o encordamento. Hoje resolvi tirar o encordamento antigo e substituir por um kit da D'Addario 009 que eu tinha aqui em estoque.


Além disso, peguei um pedaço de Bombril e dei uma escovada nos trastes, que ficaram muito mais lisos e brilhantes (veja na foto abaixo).


É ABSURDA a diferença que faz no som e no prazer de tocar um encordamento novo em relação a um velho. O som da guitarra mudou radicalmente, parece outra guitarra. A areada que eu dei nos trastes também melhorou muito o som e os bends, pois antes eles estavam com uma crosta que não deixava a corda deslizar livremente pra cima e pra baixo (pra fazer bend ou um efeito tremolo).


Depois dessa, acho que vou passar a trocar meu encordamento uma vez por ano. Recomendo.


Olha a diferença nos três primeiros trastes depois de umas esfregadas de Bombril (clica na foto pra ver ampliado):




A coitada, toda descabelada:


sábado, 28 de abril de 2012

GUITAR TABBER

Não sei se o produto é realmente bom, se é funcional, e se de fato vai ajudar as pessoas a aprender a tocar guitarra, mas a ideia em si é interessante. Parece até um Guitar Hero. Aliás, quem toca Guitar Hero ou Rock Band pode pensar em migrar pra esse aqui e aprender a tocar de verdade. :)


 

sábado, 31 de março de 2012

COMO É FEITA UMA GUITARRA FENDER

Veja nos 4 minutos desse vídeo (acelerado, obviamente) com é feita uma guitarra Fender Strato.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

VENDO -- Pedal DOD America’s Pedal Thrash Master FX59

Pedal DOD America’s Pedal Thrash Master FX59, feito nos Estados Unidos nos anos 90, no mais perfeito possível estado de conservação (para a idade que ele tem...) e em perfeito funcionamento.  Esse pedal tem uma distorção maravilhosa, e vale cada centavo. Acompanha a caixa original. 

Funciona com bateria 9V ou cabo de força (INCLUÍDO!). Nunca foi aberto, nunca teve nenhum defeito, nunca precisou ser consertado ou reparado. Veja as fotos e o vídeo  (não meu) demonstrando o efeito que o pedal é capaz de produzir. 

Infelizmente, não aceito trocas de qualquer tipo, nem ofertas. O preço de venda não inclui o frete, que deve ser pago pelo comprador, ou então o mesmo deve retirar o produto no local (estou próximo ao Centro, Rio de Janeiro). Aguardo seu contato.






sexta-feira, 4 de novembro de 2011